O login dinâmico via API permite que usuários se autentiquem no WiFeed utilizando as credenciais do seu próprio sistema.
Este artigo orienta como ativar a permissão, criar o tipo de cadastro e configurar a integração da sua API com o WiFeed.
Pré-requisitos para configuração:
Uma API funcional, acessível publicamente e disponibilizada por meio de uma URL HTTPS válida.
Acesso à plataforma WiFeed: system.wifeed.com.br;
Um usuário de teste (e-mail e senha) do seu sistema, para validar a integração;
Etapa 1 - Ativação de permissão na conta
Para utilização do login dinâmico via API é necessária a ativação de uma permissão específica na conta, entre em contato com a equipe de suporte do WiFeed solicitando a ativação dessa permissão.
Etapa 2 - Criar o tipo de cadastro
Já com a permissão ativa em sua conta, realize o login e crie um novo tipo de cadastro do tipo "login dinâmico" acessando o menu lateral localizado no lado esquerdo da tela.
Preencha os campos conforme solicitado:
Selecione o tipo de formulário “Login dinâmico”.
Clique em "Avançar"
Vincule os locais onde esse tipo de login será aplicado.
Etapa 3 - Configurar a API do cliente com o WiFeed
Na aba "Requisição" realize a configuração da sua API.
Escolha o método HTTP (POST, GET ou PUT);
(O método vai depender de como está configurada sua API)
Informar a URL completa do endpoint de sua API;
Por motivos de segurança, o endpoint deve utilizar obrigatoriamente o protocolo HTTPS (https://). URLs utilizando HTTP ou outros protocolos não são aceitas em novas configurações ou alterações de configurações existentes.
Além disso, o endpoint deve estar publicamente acessível e possuir um endereço válido e resolvível. Endereços internos ou privados, comolocalhost,127.0.0.1,192.168.x.x,10.x.x.xe outros endereços de rede interna, não são permitidos.
⚠️ Importante: configurações de Login Dinâmico que já estavam salvas e funcionando anteriormente com HTTP continuam operando normalmente. A exigência de HTTPS é aplicada ao criar ou alterar uma configuração.
Ao utilizar a opção “Enviar teste”, a configuração é salva antes da execução do teste. Por isso, uma configuração antiga que ainda utilize HTTP precisará ser atualizada para HTTPS antes de ser testada novamente pela plataforma.
❔Como adequar uma integração existente?
Caso sua API esteja atualmente disponível apenas via HTTP, será necessário disponibilizá-la por HTTPS antes de criar ou alterar a configuração no WiFeed.
Uma possibilidade é utilizar um proxy reverso, como Nginx, na frente da aplicação e configurar um certificado HTTPS. Outra alternativa é utilizar um domínio com serviço de proxy, como o Cloudflare, para disponibilizar o endpoint por HTTPS.
Adicione headers, se a API exigir. O Header é opcional, depende se existe na API;
Insira os valores conforme a API solicitar;
Exemplo:
Chave: wifeed-chave
Valor: 6b2c50fa03d834e30a1b0ad2a3bce6
3.1 - Definir parâmetros enviados (Param ou BODY)
Caso sua API espere dados via Param (query string) ou BODY (payload).
Ative os campos do WiFeed que correspondem ao que sua API exige:
Exemplo: se a API pede login e password, ative os campos equivalentes no WiFeed (como E-mail e Senha);
É possível criar novos campos (Passo 3.3);
Os campos que não forem utilizados podem permanecer desativados.
Para cada campo ativo, insira:
Nome do campo: É o nome exato esperado pela API do cliente, exemplo:
- Email
- Senha
Insira um exemplo: Deve ser um dado real do seu banco de dados para realizar o teste de integração bem sucedida, exemplo:
- lucas.a
- p@ssword123
Marque o campo-chave (ícone de chave);
Esse campo marcado como chave será o identificador principal do usuário dentro do WiFeed. (Será feita atualização e esse campo será o identificador em Conexões).
Clique em "Enviar teste" para verificar se a integração está funcionando.
Se o teste falhar, revise:O método utilizado (POST/GET/PUT);
A URL configurada, verificando se utiliza HTTPS, se o domínio é válido e se o endpoint está publicamente acessível.
A chave e valor configurado no Header (se houver);
A configuração do tipo de envio dos dados, se está como PARAM (enviando como parâmetros da url) ou como BODY (enviando os dados no payload da requisição);
No campo “nome do campo” verifique se a escrita do atributo está de acordo com o esperado pela API;
Verifique se os dados preenchidos em “insira um exemplo” estão corretos e são válidos.
3.2 - Mapeamento de Retorno (opcional)
Se sua API retornar dados do usuário e você desejar salvá-los na plataforma do WiFeed, marque a opção "Salvar dados de retorno no WiFeed"
Ative os campos de retorno do usuário conforme sua API e salve a configuração.
3.3 - Criar novos campos em Param/Body e Retorno (se necessário)
Preencha o nome do campo;
Preencha a legenda do campo (como irá aparecer no captive portal);
Defina o tipo de máscara;
Seleciona a opção "Criar"
Siga os passos do item 3.1 para definir os parâmetros enviados, incluindo os novos.
Finalizada a configuração, nas próximas conexões de usuário em sua rede com captive já será apresentado o botão referente ao login dinâmico.
Em caso de dúvidas entre em contato com nossas equipes de suporte.














